Quando o problema da visão vai além do olho
Professor de Neuroftalmologia do Centro de Referência em Oftalmologia da Universidade Federal de Goiás desde 2011. Atende no Instituto Panamericano da Visão, no Setor Marista, onde responde pelos setores de Neuroftalmologia e Cirurgia de Órbita.
Seis frentes, todas com formação específica e prática cirúrgica
Cada área tem uma página própria, com os sinais que pedem avaliação, como é o exame e quais são os tratamentos.
Neuroftalmologia
A visão que depende do nervo óptico e do cérebro. Perda visual sem causa aparente, visão dupla, alteração de campo visual e pupilas desiguais.
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Plástica Ocular e Vias Lacrimais
Pálpebras e o sistema que drena a lágrima. Pálpebra caída, olho lacrimejando, cílios que raspam e reconstrução após retirada de lesões.
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Órbita
A cavidade óssea que abriga o olho. Olho saliente, orbitopatia da tireoide, fraturas, inflamações e tumores da região.
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Oncologia Ocular
Diagnóstico e tratamento de tumores da pálpebra, da conjuntiva, do interior do olho e da órbita, com conduta definida caso a caso.
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Cirurgia de Catarata
A cirurgia mais realizada da oftalmologia, feita com planejamento individual da lente intraocular e da técnica.
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Cirurgia Refrativa
Correção de miopia, hipermetropia e astigmatismo, com avaliação rigorosa de quem é e de quem não é candidato.
Conhecer a áreaO que acontece na sua consulta
A primeira consulta leva entre 40 e 60 minutos e pode se estender quando o caso exige exames complementares no mesmo dia. Esse tempo é proposital.
Conversa e história clínica
Antes de qualquer aparelho, a conversa. Quando começou, como evoluiu, o que você já usou, quais doenças você tem e quais medicamentos toma. Em neuroftalmologia, a história clínica costuma apontar o diagnóstico antes do exame.
Exame oftalmológico completo
Medida da visão, refração, pressão intraocular, exame na lâmpada de fenda e avaliação do fundo de olho. Em muitos casos a pupila precisa ser dilatada, o que embaça a visão de perto por algumas horas.
Exames complementares
Campo visual computadorizado, tomografia de coerência óptica do nervo óptico e da retina, ultrassonografia ocular e retinografia, conforme a suspeita. A indicação é feita na hora, com a explicação do porquê.
Conduta explicada
No fim, você recebe o diagnóstico ou a hipótese em construção, os exames que faltam, o tratamento proposto e o prazo de retorno. Se o caso exigir outro especialista, o encaminhamento sai da consulta.
Quem vai te atender
Existe um tipo de problema de visão que não se resolve com troca de óculos. A vista que escurece de um lado só e volta. A imagem vista em dobro. A pálpebra que caiu e não levanta. O olho que ficou mais saliente que o outro. Esses casos exigem um médico que saiba distinguir o que é do olho, o que é do nervo e o que vem de outro lugar do corpo.
O Dr. Luciano construiu a carreira nessa fronteira, entre a Santa Casa de São Paulo, a Unifesp e a Universidade da Califórnia em San Francisco. Desde 2011 é professor de Neuroftalmologia do CEROF, na Universidade Federal de Goiás, onde forma residentes e recebe os casos encaminhados de todo o estado.
No consultório, o método é o mesmo do ensino. A conversa vem antes do aparelho, cada etapa do exame vem acompanhada do motivo, e no fim você recebe o quadro completo: o diagnóstico ou a hipótese principal, o que falta investigar, as opções de tratamento e o prazo de retorno. Quando o tratamento indicado não é cirúrgico, isso é dito com a mesma clareza.
Instituto Panamericano da Visão
Avenida T-8, nº 171, Setor Marista
Goiânia, Goiás, 74.150-060
- (62) 3096-8000
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- (62) 3096-8103
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